O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que o canal denominado Exército do Lula no WhatsApp somente poderá operar se for registrado pela coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como propaganda oficial, noticiou a Revista Oeste. Caso a formalização ocorra, a responsabilidade jurídica pelas postagens será imputada à campanha partidária.
A decisão estabelece também que a área responsável pelo combate à desinformação da corte eleitoral acompanhe as publicações veiculadas e notifique irregularidades, citando episódios prévios envolvendo alegações sobre Flávio Bolsonaro. Ficou estipulado ainda que a Meta adote ações técnicas pertinentes e preste esclarecimentos assim que comunicada sobre as deliberações judiciais.
Fonte: Revista Oeste (Política) · 13/10/2026
