Conforme informações divulgadas pelo podcast O Assunto, do G1, discursos de correntes ultraconservadoras que defendem a restrição do voto feminino e a adoção do chamado voto familiar vêm ganhando visibilidade nas redes sociais. Essa tendência, inicialmente observada nos Estados Unidos, começou a encontrar eco também no cenário brasileiro, onde as mulheres possuem o direito de votar garantido desde 1932, em contraste com o sufrágio universal norte-americano que já supera um século.
A discussão ressalta um contraste político no país: candidaturas alinhadas a pautas antifeministas receberam grande volume de votos no mesmo pleito em que a Câmara dos Deputados atingiu sua maior representação histórica de mulheres, somando 109 parlamentares eleitas. A análise do fenômeno e de suas motivações contou com a participação das pesquisadoras Tatiana Vargas Maia, da UFRS, e Marina Basso Lacerda, da USP e da UnB.
Fonte: G1 Política · 13/10/2026
