Segundo informações divulgadas pelo G1 Economia, as normas que regulam o trabalho formal no Brasil voltaram a ganhar relevância nas discussões da disputa presidencial de 2026. O debate em torno da legislação ganhou força com a aprovação da alteração constitucional que determinou o encerramento da jornada na escala seis por um. A mudança dividiu os candidatos, sendo apoiada pelo plano de Luiz Inácio Lula da Silva e votada favoravelmente por Flávio Bolsonaro após críticas iniciais, embora integrantes do partido do senador formulem alternativas para pagamentos proporcionais ao tempo trabalhado.
O plano de governo do candidato petista prevê revisões na legislação para combater a deterioração das condições de emprego e coibir fraudes na utilização de contratos de pessoa jurídica que substituam contratações regulares, de acordo com a apuração da fonte. Entre as prioridades listadas estão também a retomada da participação dos sindicatos nos processos de encerramento de vínculos contratuais, a ampliação das convenções coletivas e o estabelecimento de diretrizes de proteção e previdência voltadas a profissionais ligados a aplicativos digitais.
