Segundo a Folha Mercado, as taxas de remuneração cobradas para financiar a dívida de longo prazo do governo francês subiram para 5%. Trata-se do índice mais alto verificado no país desde o ano de 2002.
A alta nos custos de financiamento reflete a apreensão de investidores no mercado internacional, que demonstram preocupação crescente com a estabilidade do quadro político na França e a integridade de suas contas públicas.
