De acordo com o jornal suíço NZZ, o eleitorado evangélico expandiu sua representatividade e já compreende um terço dos brasileiros, atuando ativamente em disputas culturais em contraposição ao catolicismo e a posições progressistas.

O veículo afirma que essa base pretende viabilizar um mandatário nacional alinhado às suas convicções e pontua que o movimento articula a retomada de espaço político para o grupo associado à família Bolsonaro.