De acordo com a Revista Oeste, a plataforma de contratos preditivos Polymarket apontava, na véspera do segundo turno, uma probabilidade implícita de 80,2% de vitória para Flávio Bolsonaro, contra aproximadamente 20% para a permanência de Luiz Inácio Lula da Silva. O texto ressalta que essas marcas refletem estritamente as negociações financeiras entre os participantes da plataforma e não representam pesquisas de intenção de voto apuradas junto ao eleitorado.
Outro serviço do setor, a Kalshi, também sinalizava tendência semelhante na mesma manhã, concedendo 77,5% de probabilidade ao candidato do PL e 22,2% ao postulante petista, conforme dados reproduzidos pela publicação. Essa configuração verificada nos mercados de apostas destoa de levantamentos conduzidos por institutos convencionais, a exemplo de Datafolha e Quaest, que registraram cenário de empate técnico entre os concorrentes.
A matéria elucida que o mecanismo funciona por meio da compra e venda de papéis cujo valor final varia conforme a confirmação de determinado evento, sendo que as oscilações decorrem exclusivamente da oferta e da procura. O montante financeiro movimentado apenas no mercado da eleição presidencial brasileira dentro da Polymarket superou 194 milhões de dólares.
