Segundo informações publicadas pelo G1, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu que o funcionamento do canal Exército do Lula no WhatsApp seja analisado pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral. O ministro justificou a necessidade da deliberação colegiada em virtude da proximidade da votação e da exigência de estabelecer a divisão de atribuições institucionais entre a presidência do tribunal e a corregedoria-geral.
A manifestação sucede decisão do presidente da corte eleitoral, Kassio Nunes Marques, que condicionou o restabelecimento do canal ao cumprimento de intervalo de 48 horas após a inscrição cadastral. A ferramenta, administrada pelo deputado André Janones e contestada juridicamente pela candidatura de Flávio Bolsonaro sob alegações de disseminação de conteúdos irregulares, reúne mais de 4 milhões de usuários para o envio de orientações e mensagens a eleitores.
Fonte: G1 Política · 13/10/2026
