A economista responsável pela assessoria econômica da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, manifestou apoio à utilização de ferramentas de inteligência artificial para o preenchimento de funções públicas ligadas a rotinas operacionais e administrativas. De acordo com o Diário do Centro do Mundo, a proposta sugere a não renovação de concursos para vagas deixadas por trabalhadores aposentados como mecanismo de moderação orçamentária.

A proposição, defendida pela coordenadora em debates e podcasts empresariais recentes, concentrou-se estritamente na reorganização de funções burocráticas do funcionalismo federal, sem detalhar órgãos específicos ou cargos contemplados. A divulgação do posicionamento gerou debates em plataformas digitais a respeito das repercussões práticas da automação de atividades no setor estatal.