Segundo relato veiculado pelo Guia do Investidor a partir de estimativas da Capital Economics, o endividamento do Brasil pode atingir cerca de 95% do Produto Interno Bruto até o ano de 2030, em meio ao novo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

A consultoria pontua que esse cenário de expansão fiscal tende a comprimir o espaço para reduções nas taxas de juros, despertando preocupações no mercado financeiro quanto a impactos negativos sobre o câmbio, o mercado de ações e os custos de financiamento.