De acordo com o Jornal GGN, a Confederação Nacional da Indústria revisou para baixo a perspectiva de crescimento econômico para 2026, reduzindo o cálculo anterior de 2% para 1,6%. O diagnóstico aponta que o ritmo da atividade tem sido contido pelo nível restritivo dos juros, pelos custos do endividamento e pela diminuição no consumo doméstico, resultando em desempenho enfraquecido na indústria de transformação.
O documento assinala que a sustentação dos números decorre primariamente do agronegócio e da indústria extrativa, alavancada pelo segmento de petróleo. Paralelamente, a instituição aponta a continuidade da pressão sobre os índices de preços, projetando inflação acima da meta para o ano e prevendo a taxa básica de juros em patamar elevado ao término do período avaliado.
