De acordo com informações do ADVFN Brasil, a Confederação Nacional da Indústria revisou para baixo o ritmo de expansão esperado para o Produto Interno Bruto brasileiro em 2026, alterando a estimativa anterior de 2% para 1,6%.
A entidade atribui o corte ao desaquecimento das atividades de indústria e serviços. As áreas mais ligadas à demanda interna nacional foram especialmente afetadas pelas restrições resultantes das altas taxas de juros no crédito.
