A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou o Tribunal Superior Eleitoral e a Agência Nacional de Proteção de Dados sob a alegação de que a Meta tem interferido na corrida presidencial para favorecer o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com informações do Jornal GGN, a equipe jurídica do petista aponta uma série de restrições operacionais e instabilidades no Facebook e no Instagram, incluindo a suspensão do impulsionamento de conteúdos e problemas no rastreamento de visualizações.
Integrantes da coordenação da campanha afirmam que as falhas técnicas recorrentes afetam a estratégia digital e geram assimetria no segundo turno das eleições. Em manifestação oficial, o comitê alegou que a falta de justificativas detalhadas levanta suspeitas sobre a conduta das plataformas no pleito e cobrou esclarecimentos formais da empresa.
A Meta rejeitou as acusações de favorecimento e declarou que as oscilações técnicas registradas não foram restritas a contas individuais nem se limitaram ao território brasileiro. A companhia declarou que atua em conformidade com as normas eleitorais e reforçou seu compromisso com a isonomia no uso de suas redes.
Fonte: Jornal GGN · 10/10/2026
