De acordo com reportagem da Fortune, a Meta apresentou uma taxa efetiva de imposto de 2% sobre seus lucros nos primeiros nove meses de 2026, montante bastante inferior à alíquota padrão legal de 21%. O resultado deveu-se principalmente a um incentivo fiscal de aproximadamente 8 bilhões de dólares concedido pelo Tesouro norte-americano relativo a custos com pesquisa e desenvolvimento corporativo.

Paralelamente a esse resultado contábil, a companhia passou a ser questionada por um grupo de senadores democratas a respeito do uso de créditos tributários para inovação na construção de centros de processamento de dados voltados à inteligência artificial. Segundo os parlamentares citados pela publicação, a empresa teria classificado tais instalações como projetos experimentais para abater bilhões em tributos entre 2023 e 2025.

A matéria indica que os congressistas estipularam um prazo para que a direção da Meta explique detalhadamente como os créditos foram distribuídos em componentes tecnológicos como microchips e servidores. Enquanto isso, a empresa mantém mais de 20 bilhões de dólares em benefícios fiscais ainda não confirmados como definitivos em suas demonstrações contábeis.