Segundo o Seu Dinheiro, grandes bancos globais como Morgan Stanley, UBS e Goldman Sachs manifestaram expectativa de correções nos preços dos ativos negociados no mercado brasileiro em decorrência da reeleição presidencial.

As instituições apontam a questão fiscal como o elemento central para o comportamento dos índices nos meses subsequentes, cogitando cenários de pressão cambial em direção a R$ 6, recuos de até 30% na bolsa e endurecimento do patamar dos juros.