Segundo informações publicadas pelo Jornal GGN, a administração de Javier Milei formalizou o Decreto 1.203/2026, criando um plano de desligamento voluntário voltado a reduzir o quadro da administração federal em aproximadamente 20 mil postos. O mecanismo contempla indenizações proporcionais à idade, tempo de serviço permanente e remuneração, impondo como condição o veto ao retorno ao setor público nacional pelo intervalo de oito anos e a extinção definitiva dos cargos desocupados.

O plano, contudo, enfrenta resistência sindical liderada pela Associação de Trabalhadores do Estado, que qualifica a iniciativa como uma dispensa forçada decorrente de intimidações. A organização afirma que servidores sofrem pressões para aderir ao programa e alerta que os cortes, somados a mais de 72 mil vagas já extintas desde o final de 2023, prejudicam a continuidade de serviços sociais básicos oferecidos à população vulnerável.