Conforme reportado pelo JOTA, a Agência Nacional de Saúde Suplementar está elaborando um documento com diretrizes para a linha de cuidado do Transtorno do Espectro Autista no sistema privado de assistência médica. O plano prevê uma estrutura com flexibilidade clínica para que diferentes profissionais ajustem as terapias conforme as especificidades dos pacientes.
A proposta prevê o acolhimento estruturado, continuidade terapêutica ao longo da vida e conexão de prontuários com a base de dados do Ministério da Saúde. Representantes da autarquia apontam que a carência de coordenação na atenção transfere encargos excessivos às famílias e fomenta conflitos jurídicos, motivo pelo qual a padronização técnica busca trazer maior previsibilidade ao setor.
