Segundo publicação da Revista Oeste, uma avaliação divulgada pelo Instituto Millenium indicou que o Brasil se encontra em um cenário fiscal mais delicado do que no pleito anterior. O órgão chamou a atenção para o perigo de criação de novos auxílios sociais, subsídios e expansão de gastos estatais durante a corrida presidencial entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, alertando que medidas de alívio rápido tendem a gerar compromissos duradouros e aprofundar o endividamento.

Com suporte em dados do Banco Central, a entidade sustentou que a baixa flexibilidade orçamentária restringe a execução de novos programas sem a necessidade de aumento na carga tributária, cortes orçamentários ou ampliação do endividamento público. A análise enfatizou também a relevância de apresentar aos votantes o impacto financeiro e a origem dos recursos previstos para viabilizar as propostas apresentadas na campanha.