Conforme noticiado pelo G1 Política, interlocutores do setor empresarial alinhados ao presidente defendem que ele próprio tome a frente de manifestações voltadas ao controle dos gastos públicos. Na visão desses aliados, declarações exclusivas da equipe ministerial têm alcance restrito perante os agentes econômicos, tornando necessária uma postura explícita do chefe do Executivo para evitar cenários de desconfiança fiscal no próximo mandato.

A publicação detalha que a equipe do Ministério da Fazenda elabora propostas para garantir a sustentabilidade das metas projetadas para o orçamento, inclusive via medidas que tramitarão no Congresso Nacional. A preocupação de analistas e investidores recai sobre compromissos assumidos durante a campanha com desembolso imediato, cuja acomodação orçamentária ainda não foi formalizada pela administração federal.