Conforme informações publicadas pelo ZeroHedge, o comentarista político Steve Bannon defendeu que o governo norte-americano interrompa relações diplomáticas e comerciais com o Brasil após o segundo turno presidencial. Na mesma linha, Donald Trump declarou à imprensa que o pleito teria sido fraudado, sem exibir comprovações sobre a alegação, logo após Luiz Inácio Lula da Silva superar Flávio Bolsonaro por uma margem de mais de quatro milhões de votos.
A contestação levantada pela chapa derrotada baseia-se na prorrogação do horário de votação determinada pelo ministro Cristiano Zanin em virtude de falhas em transportes e cortes de energia. Segundo o Latin Times, a equipe de Bolsonaro alegou restrições a fiscais partidários na apuração, mas não forneceu evidências documentais que sustentem um pedido de anulação do resultado perante a Justiça eleitoral.
Enquanto o governo dos Estados Unidos manteve retida uma declaração de congratulações após a recusa de Bolsonaro em aceitar o revés, as instituições brasileiras confirmaram o resultado. O presidente do tribunal eleitoral validou o desfecho das urnas e governadores conservadores indicaram respeito à apuração, contrastando com o endurecimento de tarifas comerciais já vigente entre Washington e Brasília.
