A coordenação de campanha do senador Flávio Bolsonaro rejeita a ideia de conceder o Ministério das Relações Exteriores a Eduardo Bolsonaro em eventual governo, de acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo. Auxiliares diretos tratam o ex-deputado como uma liderança radical e tentam mantê-lo afastado dos centros de consulta e deliberação sobre a campanha.

Por sua vez, aliados de Eduardo contestam a perda de espaço e sustentam que ele preserva influência em pautas internacionais e de segurança pública. O embate revela fissuras entre diferentes setores da família e interlocutores sobre a distribuição de postos estratégicos e as diretrizes diplomáticas de uma possível gestão.

Fonte: Diário do Centro do Mundo (DCM) · 09/10/2026