Uma manifestação divergente dentro do Tribunal Supremo da Espanha colocou em evidência o direito a voto dos estrangeiros que adquiriram a cidadania por intermédio da chamada “lei de netos”. De acordo com informações do jornal El País, a juíza Alicia Millán sustentou que o exercício do sufrágio por parte desses cidadãos nacionalizados deveria se sobrepor ao adiantamento do pleito legislativo.
A magistrada advertiu que barrar a participação eleitoral desse contingente acarreta o risco de gerar um prejuízo irreparável aos direitos dos envolvidos. Em sua argumentação, Millán destacou ainda que os acontecimentos do dia 29 de novembro trouxeram um componente inédito e determinante para a apreciação da matéria jurídica.
Fonte: El País (Espanha - Política) · 12/10/2026
