De acordo com informações reportadas pelo ZeroHedge com base em apuração do The Wall Street Journal, combatentes do grupo houthi no Iêmen estariam utilizando peças procedentes da China para a fabricação de mísseis balísticos de médio alcance. A informação tem como fonte um relatório da organização Conflict Armament Research, voltada ao rastreamento de suprimentos bélicos em zonas de disputa.
O documento técnico indica que remessas de suprimentos específicos viabilizariam o desenvolvimento local de armamentos derivados de modelos iranianos. Essas armas possuiriam alcance estimado em cerca de 1.900 quilômetros, o que coloca sob ameaça infraestruturas e terminais estratégicos na Arábia Saudita e em Israel.
Em pronunciamento oficial relatado na matéria, a chancelaria da China manifestou condenação aos bombardeios que atingiram aeroportos sauditas e fez um apelo público para que as partes envolvidas interrompam ações de escalada militar, buscando resolver os conflitos regionais por meio de vias diplomáticas.
Fonte: ZeroHedge · 14/10/2026
