Segundo publicação do Dawn, o plano de paz formulado pelo governo dos Estados Unidos para a Faixa de Gaza completa um ano marcado por metas pendentes e divergências operacionais. O acordo garantiu inicialmente a libertação de reféns detidos desde outubro de 2023 e de prisioneiros palestinos, mas compromissos posteriores, como a retirada das forças militares israelenses e a reconstrução estrutural do enclave, permanecem paralisados.

De acordo com os registros citados pelo periódico, as forças de Israel expandiram o controle para cerca de 70% do território de Gaza, estabelecendo postos militares além dos limites inicialmente acordados. Levantamentos divulgados pelo veículo indicam que bombardeios e confrontos quase diários deixaram mais de 1.460 palestinos mortos ao longo do período de cessar-fogo, além de baixas de soldados israelenses em combate.

Enquanto o governo israelense justifica os ataques como ações contra membros do Hamas e acusa o grupo de se rearmar, a liderança palestina rejeita as alegações. O avanço da presença armada e o deslocamento de civis para faixas cada vez menores continuam sendo objeto de condenações por parte de órgãos internacionais como a Organização das Nações Unidas.

Fonte: Dawn (Paquistão) · 10/10/2026