A organização Judicial Watch criticou o ritmo adotado pelo FBI para divulgar documentos da investigação sobre a tentativa de assassinato cometida contra Donald Trump em julho de 2024, no comício em Butler, Pensilvânia. O presidente da entidade, Thomas Fitton, afirmou à emissora Fox News Digital que o processamento das cerca de 75 mil páginas envolvidas está sendo feito a uma média de 500 páginas por mês, o que estenderia a conclusão da análise por mais de 12 anos. O grupo moveu uma ação contra o Departamento de Justiça dos Estados Unidos após a recusa inicial de um pedido com base na lei de acesso à informação.
Segundo informações relatadas à emissora, os lotes de arquivos obtidos por meio do litígio revelaram mensagens de texto curtas e aparentemente desconexas enviadas pelo atirador, Thomas Matthew Crooks, a um contato cuja identidade foi omitida pelo órgão de investigação. Fitton argumentou que o interesse público em torno do caso se sobrepõe à proteção de privacidade do interlocutor, alegando que a ocultação de detalhes sobre contatos e testemunhas prejudica a transparência das apurações federais.
Documentos liberados anteriormente apontaram também que Crooks entrou em um atrito verbal acalorado com participantes do comício pouco antes de subir no telhado do prédio de onde disparou a arma. A Fox News Digital procurou o FBI e o Serviço Secreto para comentários a respeito das declarações e do cronograma de liberação dos arquivos.
Fonte: Fox News Politics · 10/10/2026
