De acordo com a publicação MoneyWeek, a crescente saturação digital e o tempo excessivo diante das telas têm direcionado os hábitos de consumo para vivências presenciais, fenômeno caracterizado como a economia da experiência. Conforme dados da consultoria McKinsey citados pelo veículo, o segmento de experiências no mundo avançou mais de três vezes mais rápido do que a compra de produtos não essenciais entre 2023 e 2025. O movimento decorre da busca por momentos memoráveis e pelo contato humano direto em contraposição à abundância de conteúdos virtuais e remotos.

Especialistas apontam que a tendência, acelerada após o período da pandemia, reflete uma substituição da posse material por memórias e bem-estar, sendo fortemente puxada pelo público jovem. O setor de entretenimento ao vivo e esportes concentra os maiores reflexos financeiros dessa transição, exemplificada pela turnê Eras Tour de Taylor Swift, que gerou mais de 2 bilhões de dólares em ingressos, e pelo recorde de quase 80 milhões de pessoas em eventos esportivos profissionais no Reino Unido em 2025.

Fonte: MoneyWeek · 12/10/2026