De acordo com reportagem do ZeroHedge, a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026, Navi Pillay, tornou-se alvo de contestações por parte de ativistas uigures e organizações de direitos humanos. Críticos alegam que, durante sua gestão à frente do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, informações confidenciais sobre ativistas contrários ao governo chinês teriam sido compartilhadas com Pequim sem consentimento prévio.

Representantes do Congresso Mundial Uigur afirmaram que dados sobre participantes e defensores de direitos humanos foram repassados às autoridades da China, gerando cobranças públicas sobre quem autorizou tais repasses institucionais. Relatos de uma denunciante interna das Nações Unidas sustentam que dezenas de dissidentes tiveram suas identidades expostas, resultando em retaliações, detenções e pressões sobre familiares que permanecem na região de Xinjiang.

As acusações ganharam força após o anúncio da concessão do prêmio pelo Comitê Norueguês do Nobel, que justificou a homenagem destacando o compromisso de Pillay com princípios jurídicos universais. Entidades de monitoramento internacional agora demandam explicações formais do comitê concedente diante das consequências relatadas pelas vítimas das perseguições.

Fonte: ZeroHedge · 13/10/2026