O empresário Elon Musk afirmou que a Tesla enfrenta complexidades de engenharia consideráveis na tentativa de projetar mãos funcionais para o robô Optimus. Em entrevista concedida ao grupo Tesla Owners of Silicon Valley e repercutida pelo Business Insider, o executivo declarou que alcançar habilidades motoras finas tem se mostrado uma tarefa árdua, mencionando que tarefas básicas como fixar um parafuso em madeira ou abrir um pote exigem níveis de precisão, aplicação de força e resposta sensorial ainda difíceis de reproduzir em máquinas.
Segundo o relato publicado pelo veículo, o setor de robótica lida com escolhas estruturais que exigem concessões técnicas. A instalação de motores diretamente nas mãos obriga o uso de componentes menores e mais vulneráveis a quebras, ao passo que a aplicação de sensores táteis enfrenta barreiras de durabilidade, já que os componentes precisam suportar deformações e milhares de repetições sem sofrer avarias precoces.
O Business Insider destacou ainda que diferentes empresas adotam caminhos distintos diante do problema. Enquanto algumas companhias optam por não imitar a anatomia humana, concorrentes como a fabricante 1X afirmaram ter desenvolvido modelos voltados para aproximação da destreza humana, incluindo mecanismos com vinte e cinco graus de liberdade e proteção contra água em seu robô NEO.
Fonte: Business Insider · 13/10/2026
