A atuação de um evento intenso do fenômeno El Niño transformou a dinâmica habitual de tempestades oceânicas, segundo detalhou reportagem da revista The Atlantic. O Oceano Atlântico viveu mais de quatro meses sem registrar ciclones, atingindo a formação mais tardia de um furacão desde o início das observações por satélite em 1966, antes da chegada do furacão Isaias à Costa do Golfo norte-americana.

Em contraste com a calmaria no Atlântico, as águas do Oceano Pacífico registraram aquecimento de mais de quatro graus acima da média em áreas equatoriais, favorecendo a proliferação de ciclones. Meteorologistas apontam que tempestades como o furacão Simon, previsto para atingir o México com categoria 4, reforçam a intensidade do evento climático, classificado por especialistas como um dos mais fortes já documentados.

Fonte: The Atlantic · 09/10/2026