Segundo relata o jornal El País, o Tribunal Supremo da Espanha conservou a medida cautelar que paralisa o registro eleitoral de 163.020 indivíduos que adquiriram a nacionalidade espanhola por intermédio da Lei de Memória Democrática. O grupo é formado por filhos e netos de perseguidos políticos exilados entre o início da Guerra Civil e dezembro de 1955.
A manutenção do bloqueio judicial praticamente assegura que esses cidadãos ficarão impossibilitados de exercer o direito de voto nas eleições marcadas para 29 de novembro. A celeuma em torno do processo eleitoral gerou protestos devido ao impacto sobre os direitos civis dos recém-naturalizados.
Fonte: El País (Espanha - Política) · 12/10/2026
